Siqueira Campos, PR · PR, SP, MG e MT
Três anos sem pagar a dívida. Dez para quitar.
É isso que uma renegociação bem conduzida devolve para o produtor rural: tempo. E o que sustenta esse pedido diante do banco é o nosso laudo técnico próprio.
O tamanho da operação
300 produtores rurais que já passaram por aqui, do custeio vencido à execução em andamento.
A Revitaliza não é um escritório que atende dívida rural entre outras coisas. É o único assunto da casa.
Cada caso ensinou o que o banco aceita e o que ele recusa.
Quando você chega sozinho, está negociando pela primeira vez. Quando chegamos, é a tricentésima. Sabemos qual argumento a instituição precisa ouvir, em que formato, e o que derruba um pedido antes de ele ser analisado.
Conhecer a RevitalizaO relógio já está correndo
Dívida rural não fica parada esperando você decidir.
Cada etapa abaixo reduz o espaço que ainda existe para negociar. Saber em qual delas você está muda o que dá para fazer.
A safra não fechou a conta
O custeio venceu, a produção não cobriu o que era esperado, e a parcela do próximo ciclo já está no horizonte. Aqui o espaço de negociação é o maior que vai existir.
O banco oferece o que aperta mais
A proposta que chega estica a dívida, mas mantém o juro. No fim você paga mais e respira menos. Aceitar aqui costuma custar caro dois anos depois.
Chega protesto ou restrição
O crédito seca. Sem crédito, não há custeio. Sem custeio, não há safra. É o ponto em que o problema financeiro vira problema produtivo.
Execução em andamento
A partir daqui existe prazo processual correndo, e cada semana parado reduz o que ainda dá para construir. Ainda há caminho na maioria dos casos, mas ele fica mais estreito a cada dia.
O que nos diferencia
O banco decide pelos números dele. O laudo põe os seus na mesa.
Negociando sozinho, existe uma única versão da história: a planilha da instituição. Ela não enxerga a quebra de safra, não considera o custo real da operação e não sabe quanto a propriedade consegue pagar sem inviabilizar o próximo plantio.
O analista do banco também precisa de fundamento para aprovar uma condição melhor. Sem documento técnico, ele não tem como sustentar a decisão. O laudo resolve os dois lados do problema.
Ver como o laudo é feito
Diagnóstico em 3 perguntas
Em que etapa está a sua dívida?
Dívida rural não fica parada, e cada etapa tem uma saída diferente. Responda três perguntas e veja o que ainda dá para fazer no seu caso, e o que fecha se você esperar mais uma safra.
Como está a sua dívida hoje?
O banco já apresentou alguma proposta?
Se nada mudar, quanto tempo o seu caixa aguenta?
Você chegou antes da porta fechar.
É a etapa em que a renegociação tem mais espaço. Ainda não existe restrição no seu nome nem processo correndo, então você negocia de uma posição em que o banco precisa te ouvir, e não de uma em que ele já tem garantia na mão.
Se esperar: Depois do atraso entram encargos, e o banco passa a negociar sabendo que você tem menos saída. A mesma conversa, seis meses depois, começa pior.
Falar com quem analisa o meu casoA proposta que vem do banco serve ao banco.
Atrasou, o banco se mexe. E a proposta que ele traz quase sempre alonga o prazo sem tocar no que realmente aperta, que é a parcela dos primeiros anos. É aqui que o laudo técnico muda a conversa: ele mostra em número o que a sua propriedade consegue pagar, e transforma pedido em argumento.
Se esperar: Proposta assinada vira contrato novo. Renegociar de novo depois disso é mais difícil, porque o banco vai dizer que você já aceitou uma vez.
Falar com quem analisa o meu casoO problema deixou de ser financeiro e virou operacional.
Com protesto ou negativação o crédito seca. Sem crédito não sai custeio, e sem custeio não sai safra. Ainda cabe renegociar e limpar o nome, mas agora o trabalho tem duas frentes ao mesmo tempo.
Se esperar: Cada safra perdida derruba a capacidade de pagamento que a própria renegociação usa como base. Quanto mais tempo passa, menor fica o que dá para pedir.
Falar com quem analisa o meu casoAqui o tempo é contado em dias, não em safras.
Depois da citação existem prazos processuais, e prazo perdido não volta. Ainda cabe defesa e ainda cabe acordo, inclusive dentro do processo, mas isso depende de olhar o caso agora.
Se esperar: Passado o prazo, as opções de defesa diminuem e a execução avança sobre o patrimônio. Esperar aqui custa mais caro do que em qualquer etapa anterior.
Falar com quem analisa o meu casoIsto é orientação, não é parecer jurídico. As etapas acima descrevem situações comuns na dívida rural e servem para você se localizar. Cada caso depende do contrato, da instituição e do que já aconteceu até aqui, e só a análise dos seus documentos diz o que cabe no seu.
Do primeiro contato ao acordo
Você sabe em que etapa está o tempo todo.
Análise da sua situação
Você envia os documentos da dívida pelo WhatsApp. Analisamos e dizemos com franqueza se o seu caso tem caminho. Sem custo e sem compromisso, inclusive quando a resposta é não.
Elaboração do laudo
Levantamos produção, custos, perdas e capacidade real de pagamento da propriedade. O laudo é o documento que vai fundamentar o pedido junto à instituição.
Negociação com o banco
Levamos o laudo à instituição e conduzimos a tratativa. Você não precisa sentar sozinho na frente do gerente nem entender de termo bancário.
Acordo e acompanhamento
Fechado o acordo, acompanhamos a formalização até a assinatura e a regularização da sua situação.
Responsável técnico
Willian Felix
Willian Felix advoga há cinco anos. Quatro deles, dedicados ao agro.
Não foi acaso. Ele escolheu cedo o lado da mesa em que quase ninguém senta: o do produtor que chega ao banco sem saber que tem direito a alguma coisa. Porque o gerente não vai explicar, o contrato não é escrito para ser entendido, e a proposta que chega já vem pronta para ser aceita.
O trabalho dele começa exatamente aí: no que o produtor não sabe que pode pedir, e no que a lei já garante mas ninguém do outro lado do balcão faz questão de mencionar. É por isso que a Revitaliza tem um assunto só, encontrar caminho onde o produtor já foi convencido de que não existe nenhum.
Nenhum produtor deveria perder a terra por não saber o que a lei já garante a ele. Meu trabalho começa onde ele achou que tinha acabado.
Onde atendemos
Quatro estados, uma base.
Base em Siqueira Campos, Paraná. Rua Piauí, 544, Centro. A maior parte do processo é conduzida a distância, por WhatsApp e envio de documentos, sem você precisar sair da propriedade.
Antes de você perguntar
As dúvidas que todo produtor traz.
Quanto custa?
A análise inicial da sua situação é gratuita. Só depois dela, sabendo o tamanho e a complexidade do caso, apresentamos a proposta de honorários, por escrito e sem surpresa.
Quanto tempo demora?
A análise inicial sai em poucos dias. O prazo total depende da instituição credora e da complexidade da dívida. Na primeira conversa damos uma estimativa realista, sem prometer o que não depende de nós.
Meu caso já está em execução. Ainda dá para fazer alguma coisa?
Na maioria das vezes sim, e é exatamente aí que a análise precisa ser rápida. Quanto mais avançado o processo, menor o espaço de negociação. Mande os documentos e a gente te diz com franqueza o que ainda é possível.
Preciso ir até Siqueira Campos?
Não. A maior parte do processo é conduzida a distância, por WhatsApp e envio de documentos. Quando uma reunião presencial for necessária, combinamos com antecedência.
Que tipo de dívida vocês atendem?
Crédito rural em geral: custeio, investimento, PRONAF, PRONAMP, CPR e crédito rural bancário, em banco público ou privado, além de dívidas já renegociadas que voltaram a apertar. Se não for um caso para nós, dizemos na análise e indicamos o caminho, em vez de empurrar um serviço que não resolve.
E se o banco recusar a proposta?
A negociação raramente termina na primeira resposta. O laudo existe justamente para sustentar a discussão tecnicamente. Se o caminho administrativo se esgotar, avaliamos com você as alternativas cabíveis.
Análise gratuita
Descubra hoje se a sua dívida pode ser renegociada.
Mande os documentos pelo WhatsApp. Você recebe uma resposta franca sobre o seu caso, mesmo que a resposta seja que não há o que fazer.